terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ah ... você

E quando eu já te tinha adormecido,
surgiste do sonho,
na pele da brisa
e meu corpo te sentiu de novo,
cavalgando feito loba,
gemendo feito uma mansa valsa,
a chorar sorrindo,
massageando-me do olhar à alma.

Teus olhos não se abriram,
mas os meus tudo em ti viram
mesmo que desacordados.

Um outro amor surgiu antes do sono
e se tu te tornaste aquele anjo,
eu te senti em mim mais desejada.<

Nenhum comentário: